aBnOrmAl BRAinS paRte 2: aQUelEs velHos SegrEdoS sUjoS dAs rAízes dA humAniDade (Ou Os RastaSlayah & a nação cigana versus vaMpiros dOMINnadorEs Do eSpAçO)

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They-Live-4– Olá Crianças! Hoje vamos falar sobre uma raça desprezível de humanos ofídicos que controlam a geopolítica e o que chamamos de Nova Ordem Mundial. Em breve, um capítulo só pros Iluminatti nos livros didáticos de História… e, espero, técnicas de caça à vampiros na Educação Física. Falávamos sobre isso no fim de 2009 e parece que a pauta reverberou bastante. Todos querem chafurdar um pouquinho nos grandes segredos da humanidade.

https://neomitosofia.wordpress.com/2010/02/17/9dezembro2009/

O professor de História, nos últimos anos do século XX, indica o grande plano para dominação imperialista anglo-saxônica na condição de rumor. Sim, é a ambição, a ganância, o impulso por domínio e exploração que fundamentou e deu direção para todas as empreitadas neocolonialistas, entretanto a terminologia estéril da sociologia política de alguma forma justifica esses movimentos, como se, uma vez acumulado imenso poder econômico/político/material e subseqüente desenvolvimento industrial, fosse natural apontar suas armas pra outros territórios e tomá-los.

pawell-pinoquiohttp://pt.wikipedia.org/wiki/A%C3%A7%C3%B5es_de_derrubada_de_governos_patrocinadas_pela_CIA

Um década depois, há um ano do centenário da 1ªG.M., temos as mesmas causas e as mesmas conseqüências, entretanto, houve alguma mudança discursiva. Hoje já não é segredo a grande conspiração elitista para o domínio tecnológico, todas as mortes maquiadas para desbaratar esquemas alternativos de tecnologia sustentável, de Stan Meyer a Tesla, vidas condenadas ao esquecimento. Obliteração é o pior tipo de agressão já desenvolvida pelo homem.

Então, recentemente Paul Hellyer, outrora ministro de defesa do Canadá, abre oficialmente as informações sobre alienígenas dizendo que “atualmente existem pelo menos três espécies diferentes de extra terrestres vivendo em nosso planeta, sendo que pelo menos duas delas trabalham com o governo dos estados unidos”. Assim, como outra notícia estapafúrdia e absurda qualquer, a Era dos Segredos acabou.

Não como se se extinguisse simplesmente, de velho, caindo de maduro. Caras como Asange e Aaron Swartz, Ed Snowden não sem sofrer duras penas, abriram a golpes de picador de gelo esse bloco de silêncio e conivência que costumávamos chamar de mainstream ou cultura vigente. Mas o próprio cenário se alterou e hoje estávamos constantemente amortecidos sob a força da centrífuga informacional que reveza o desejo de consumo alternando-o com notícias de genocídio e a ameaça permanente de barbárie.

http://illuminatiwatcher.com/

Então, o grande projeto dominatório está cada vez mais explícito. O termo “teoria da conspiração” gradualmente vai caindo em desuso e as informações que costumavam assim ser classificadas pouco a pouco vão gerando um certo constrangimento. Agora é questão de tempo até que os governos democráticos sejam abertamente encarados como os bastiões totalitários da Nova Ordem Mundial que são, e de certa forma, em muitos lugares isso já acontece. Mas será também questão de tempo até que os alienígenas sejam uma normalidade e a nova moda de interesse coletivo do momento? Será só questão de tempo até que estejamos debatendo coletivamente a presença e influência dos vampiros na nossa sociedade? Ou pior, que tipo de técnicas/tecnologias poderiam surgir das associações entre vampiros, governos fascistas, indústrias inescrupulosas e alienígenas? [a ordem dos elementos associados pode variar e quanto mais variamos as combinações mais sinistras são as especulações acerca dos resultados]

http://noticias.r7.com/internacional/americanos-produzem-municoes-com-carne-de-porco-para-impedir-muculmanos-de-irem-para-o-paraiso-24062013

Hellblazer#143pg12Mas vamos fazer uma rápida revisão. Em primeiro lugar os quatro nomes que fundaram nosso totalitarismo vigente – que tem sido chamado de tirania financeira – os arautos do projeto de escravidão global: J.D. Rockefeller; J.P. Morgan; Paul Warburg; Baron Rothschild. Na contemporaneidade, é a partir desses nomes que entendemos que todo projeto democrático é um cenário de papelão e que a idéia de um “poder regulador” é pura ferramenta retórica; na real, os grandes beneficiários do sistema não têm qualquer freio para seu poder e farão tudo o que desejarem conforme desejarem livres de represálias. Partindo dessa premissa, toda forma de participação política que não vise aliar-se a essa agenda terá como sina a luta por sobrevivência e por método a guerra de guerrilha.

http://projetosili.blogspot.com.br/2008/08/mercenrios-da-blackwater-j-operam-no.html

nosferatu5bFocando a atenção nos inimigos, isso nos deixa com uma importante questão: o que desejam esses sujeitos? Pesquisando um pouco sobre o que disseram e observando o sentido que seus projetos tem tomado, conseguimos elaborar algumas hipóteses, se não sobre seus objetivos, no mínimo sobre seu procedimento. Afinal, uma rápida revisão sobre a tirania financeira requer uma longa pesquisa sobre o vampirismo: O que é, como, quando e onde surgiu e sobretudo como se desenvolveu e transformou através dos tempos. Mas falar sobre vampirismo pode sugerir uma dicotomia entre homens (humanos) e monstro (seja de qual classe/espécie/maldição for). Essa dicotomia é um erro crasso, dado que o vampirismo aproveita e necessita da humanidade para existir, podendo ser interpretado como uma técnica, uma tecnologia de desmorte, que estabelece uma nutrição e sobrevida a partir do parasitismo emocional (ou psíquico) interpessoal.

Morbius_The_Living_Vampire_Vol_2_4_TextlessSegundo o professor Michellett Mürbieu em aula coletiva sobre natureza desmorta na Universidade Invisível, acompanhado dos professores Henrique McAcko, Beto Banido, Ricardo Rubro, Antoin Streja e o único militar (reformado) do grupo, Thadeu Rosseau, afirmou “… até os deformados. Os horríveis. Feios. Quando vistos exercem um tipo peculiar de fascinação – porque são coesos e o vampirismo é um tipo de coesão do espírito no corpo morto – gerado por um epicentro de vácuo entrópico chamado por eles de fome (embora aproximar-se muito mais dos vícios mais violentos do que da necessidade por alimentação dos seres viventes); quero dizer que muitos desses desmortos alimentam-se simplesmente presenciando a tragédia, a desgraça, o drama e a carga psíquica que ele gera, sem necessitar morder nenhum pescoço. Vampiros, assim como os mudadores de forma, nunca são confiáveis.”

Morbius_The_Living_Vampire_Vol_2_3_TextlessMas não esqueçamos que os seres humanos são criaturas agressivas e bastante destrutivas que desde tempos imemoriais convivem com estranhos casos de perversão da sua própria natureza predatória. Um excelente exemplo nos é dado por Jhon Gray em seu livro Cachorros de Palha, quando nos conta um pouco do desaparecimento do povo aborígene da Tasmania para ilustrar as inclinações genocidas da natureza humana:

Tendo perdido as habilidades de tecer, pescar e fazer fogo, o povo nativo da Tasmânia vivia ainda mais simplesmente do que os aborígenes do interior da Austrália, dos quais tinham ficado isolados devido à elevação dos níveis do mar cerca de dez mil anos atrás. Quando os navios transportando colonos europeus chegaram à Tasmânia em 1772, o povo nativo pareceu não os ter notado. Incapazes de processar uma imagem para a qual nada os havia preparado, voltaram às suas vidas.

Não tinham nenhuma defesa contra os colonos. Por volta de 1830, os cinco mil nativos existentes estavam reduzidos a 72. Durante aquele período, tinham sido usados para trabalho escravo e prazer sexual, torturados e mutilados. Tinham sido caçados como vermes e suas peles tinham sido vendidas em troca de uma recompensa paga pelo governo. Quando os machos eram mortos, as fêmeas sobreviventes eram soltas, com as cabeças de seus maridos amarradas em volta de seus pescoços. Os machos que não eram mortos eram, em geral, castrados. As crianças eram golpeadas até morrer. Em 1869, quando morreu o último macho tasmaniano nativo, William Lanner, sua sepultura foi aberta por um membro da Sociedade Real da Tasmânia, doutor George Stokell, que fez uma bolsa para fumo com sua pele. Quando a última mulher nativa “puro-sangue” morreu alguns anos depois, o genocídio estava consumado.”

William Lanner_TasmanierO nome desse texto é A IN-SANTIDADE DA VIDA HUMANA e ele nos ensina bastante sobre como o ser humano pode deliberadamente se aprimorar na crueldade. Segundo Gray, o genocídio é parte fundamental do fenômeno humano. Nas suas palavras “o genocídio é tão humano quanto a arte ou a prece.” Eu não iria tão longe, embora a radicalidade contida nessa forma de pensar me agrade. De qualquer maneira não podemos ignorar os fatos apresentados pelo autor alguns parágrafos adiante:

“O genocídio não tem sido menos freqüente nos tempos mais modernos. Entre 1492 e 1990, houve pelo menos 36 genocídios que custaram entre dezenas de milhares e dezenas de milhões de vidas. Desde 1950, ocorreram perto de vinte genocídios; pelo menos três deles tiveram mais de um milhão de vítimas (em Bangladesh, no Camboja e em Ruanda).”.

Todos os trechos retirados do capítulo 3, Os Vícios da Moralidade. Bastante filosófico, né? Algo que se diz quando discute teoria, na hora mais escura do papo de bar mais sombrio… né? Mas aí você vê as notícias e descobre um deputado na França afirmando sem ruborizar que o holocausto nazista não assassinou ciganos o bastante.

http://www.ionline.pt/artigos/mundo/deputado-frances-diz-hitler-nao-matou-numero-suficiente-ciganos

Toda essa volta foi pra delimitar uma marcação bastante criteriosa com o conceito “Monstro”. Como assim Monstros? Mas oras! A NeoMitoSofia me oferece anos de especialização em monstrologia! E como monstrólogo PHD desde pequenininho, acredito que uma boa forma de definir o conceito seja:

MONSTRO; S.m./adj:. Aquele que responsabiliza o progenitor pelos seus defeitos e odeia toda semelhança com ele. Que tal?

Rushmore_GolemE se você acompanha nossos tratados NeoMitoSóficos há algum tempo, a essa altura já deve saber que é impossível falar de vampirismo sem antes falar de mutação, de transformação da vida. E talvez o caminho para entender esse desastre, esse fiasco humano na história da terra, seja o mais antigo clichê.

Prometheus ArtO único homo Sapiens 100% terrestre que já existiu é o africano; diversos troncos e linguagens Afrikans detêm a pureza terráquea genuína. São o povo da poeira, o primeiro povo das cavernas.

http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81frica

https://asunews.asu.edu/20111117_humanecology

http://super.abril.com.br/ciencia/adao-eva-ricardo-632125.shtml

As demais etnias são decorrentes, parecem ter surgido algum tempo depois e, segundo minha hipótese, possuem algum grau de exobiologia.

Mas nenhum homem, nunca em toda história ou pré-história, foi uma ilha e toda ação definida por esse conceito trata de sintonizar-se com outros seres vivos. Acertar & experimentar a sintonia fina do outro transformando-se nele; transformando além em aqui. Essa é a geomancia original, a mais primitiva forma de mágika, o experimento alquímico primordial. Pros habitantes desse tempo, o espaço (e talvez o próprio tempo) não seja – em absoluto – o empecilho que é para o homem contemporâneo. & afinal essa exobiologia (ou fator exobiológico) manifesta-se como uma injeção cavalar de adaptabilidade. De forma que, dependendo dos círculos & ambientes, haverá um novo resultado para a transformação. Não de maneira caótica, absolutamente randômica, mas seguindo um padrão que muda rápido demais pra que possa ser previsto.

pg_crypt_bgE dessas transformações, seguindo esses padrões, surgiram as tribos, as linhagens, as etnias, culturas, famílias, círculos, seitas, tradições, pactos, alianças, irmandades… Houve quem trocou e fundiu-se com toda sorte de ser vivo, disso saíram híbridos, mutantes, titãs fabulosos.

preview-sweet-tooth-1-4Assim como tiveram aqueles que misturaram-se à fenômenos ou sentimentos, à luxúria, à honra ou dever, ao mar, à dança infinita do fogo, às profundezas do bosque, ao vento do deserto, e até à noite, à escuridão, à morte; &também houve aqueles que provavelmente são a pior e mais odiosa forma de desenvolvimento & transformação para essas formas de vida: os que se transformam neles próprios. Isso é roubar do tempo, da terra, da vida, da ordem natural. Isso é vazar o tecido do real e dobrar a existência pra si de um jeito ruim, deformando a natureza na & com a preservação do poder e das identidades. Disso foi que saíram as primeiras cidades, o empreendimento civilizatório, o processo psicológico de normalização, o projeto dominatório de normatização, os sistemas político-financeiros, às famílias nucleares… e tudo isso são termos diferentes para um modo de cultura humana cuja expressão mais bruta e simplória lhe dá nome e encerra o conceito: Escravidão.

18309_900x1350Os piores monstros, as mais horrorosas formas de vida a já caminhar sobre a terra, são as famílias escravistas. Como nephelins, podem acessar lembranças seculares, mas sua imoralidade lança mão de vasta gama de sortilégios para preservar seus poderes e riquezas. São obcecados por conforto e também por delegar tarefas. Adoram ordenar, dirigir, coordenar. Normalmente são os sujeitos por trás dos governantes, chamados pela alta patente das forças armadas de “verdadeiros comandantes” ou “alto comando” sendo que esse “alto” é dito numa entonação bastante particular e só reconhecida pelos irmãos de fraternidade. Famílias incestuosas, esquemas de corrupção, ritos profanos, são procedimento padrão para esse povo. Sabem operar a tecnologia cósmica do sacrifício em escala global. Um altar pra emulação, uma pira sagrada, não recebem corações arrancados, cabeças decepadas, bebês, o touro mitraísta; mas nações inteiras. O holocausto, a guerra de extermínio, pra esses sujeitos é um misto de dever religioso/familiar (como ir à missa de gravatinha essencialmente pra acompanhar seus pais/filhos/esposa bem como pra aparecer na comunidade) com esporte de caça. Crie uma rede hierárquica que estabeleça uma garantia de obediência, mantenha os recursos fluindo e não há ação que seja recusada. Provavelmente pegamos ônibus e metrôs com cinqüenta Eichmann´s todos os dias.

Being-different-from-othersÉ assim que se entende o que os “humanos” fazem uns aos outros. Assim dá pra entender qual é o tal do fator ofídico que os branquelos, sobretudo bretãos e saxônicos, têm em suas raízes mais entranhadas. Alguns são ótimos homo Sapiens, sobretudo os de ascendência neanderthal, que possuem grande sensibilidade, disposição para alegria e também para a luta, embora no geral sejam bem mais pacíficos que o outro tipo, esses com o hipocéfalo reptiliano mais desenvolvido, são dotados de grande insensibilidade mais a disposição para um comportamento predatório.

GIJoeCobraTeaserhttp://www.youtube.com/watch?v=k2mjs_gdMAI

tumblr_ltf6qnH1Ch1r0lcy5o1_500Esses fiafuta botam ovos! Não literalmente, mas criam os seus num compartimento fora de si. São ensimesmados demais para carregar alguém no ventre por tempo demais, saca? Pode-se associar a essa condição simbolicamente ovípara o folclore vampiro de crianças desmortas nascerem com a cabeça coberta pela placenta, o véu amniótico, a crista de tripas. A real é que mesmo a obsessão por seus filhotes é na maior parte do tempo só vaidade e egocentrismo. Apreciam demais suas próprias personas para deixarem-se substituir por seus descendentes. A ilusão que criam sugere o exato oposto, eu sei. Mas é só um truque. Eles não dão a mínima para seus filhos, trata-se tudo deles mesmos e sempre foi assim! Matam seus filhos por tédio e aborrecimento tanto quanto matam estranhos, não são hipócritas nesse sentido, mas animais desalmados, incapazes de reflexão, incapazes de pensamento. Os arautos do mal banal, segundo os termos de Hannah Arendt. & também é assim que se entende porque essa raça tem tanto medo dos africanos e dos outros seres vivos, dos aborígenes terráqueos, do primitivo filho da terra. Porque esses podem empunhar a lança flamejante. Esses podem identificar sua condição rastejante e livrar a terra da sua nocividade como São Jorge abatendo o Dragão ou como Shiva pisando sobre Apasmara Purusha.

http://www.abyoga.org.br/artigos/10/shivashankara–mitologia-hindu/

the-unwritten-14THEY TURN THEM INTO THEMSELVES: so´MURDATHEM!

Costumam gerar bebês pra serem invólucros de si mesmos. Sabem evitar o despedaçar espiritual da morte. Amarrar espíritos é sua especialidade. Por milênios essa raça acreditou-se de fato especial, mas foi da mistura de capadócios e etruscos, o povo ítalo siciliano quem escancarou toda a verdade com seu “somos deuses babilônicos nos negócios” kindofbullshit. Foram eles que perceberam que todo esse movimento pode virar um empreendimento grande o bastante para subjugar todo o mundo. Talvez mais…

osimianA Europa eurocêntrica nada mais é que um imenso cais no centro de todos os lugares do mundo. Lugares pra serem tomados, explorados, dominados.

slayerNão há saída senão combater esse tipo de monstro. São o conceito de besta hebréia: podem assumir qualquer forma, possuem muitas cabeças, são os pais e mães dos monstros, na verdade. Seus criadores. A fonte do mal. O pior é que nem é a primeira vez que os reptilianos tentam dominar (com sucesso) todo o planeta terra. Tentam agora refinar o método de domínio pelo procedimento humano – ironicamente o mais vulgar – mas parece ser sua sina, seu karma, sua marca registrada sempre comer cru e nunca ficar satisfeitos.

Aleksi-Magic-OniGakari_800_590Entenda que essa é a fonte de quase todas as maldições, os graus de desmorte, as variações da licantropia, as várias espécies feéricas… O sangue de ruivos para tingir gorros da sorte, o coração e a bile de albinos para fazer remédio de proteção. Trocadores de pele existem e roubam identidades até públicas o tempo todo. Você surta uma pessoa mostrando-a fazer coisas que ela sabe que nunca fez. Demolição de persona é outra especialidade dessas famílias, dizem que desenvolveram um armamento que automatizou esse processo.

http://oglobo.globo.com/blogs/pagenotfound/posts/2013/08/08/ataque-telepatico-pode-estar-por-tras-de-mortes-na-turquia-506216.asp

Pobre Michael, foi uma cobaia e um prisioneiro a vida toda e no fim, tendo mais consciência, por puro pânico, tentou se libertar e foi morto. Lady Di, Marilin, os Kennedys tiveram destinos semelhantes. Sem contar a enorme lista de diretamente derrubados que passa por Lincoln, Che, Ghandi, Lennon, Martin, Malcom, Mendes, Leon, Zapata, Allende e tantos tantos outros. E na resistência, é infinito o exército de sabotadores, panteras negras, ninjas urbanos, ganguêros, rude boys, vadios e nômades pesando do outro lado da balança. A maior e mais soberana nação sempre foi a cigana. Assim como a mais bem sucedida democracia sempre foi a pirataria. O resto é banquete-embriaguês, narrativas de conquista & pilhagem dos espólios.

Uma resposta to “aBnOrmAl BRAinS paRte 2: aQUelEs velHos SegrEdoS sUjoS dAs rAízes dA humAniDade (Ou Os RastaSlayah & a nação cigana versus vaMpiros dOMINnadorEs Do eSpAçO)”

  1. […] no seu oposto absoluto… Já falamos em demasia sobre esse processo nos outros tratados de  segredos sujos prometeicos & monstros no espelho. As estradas interpretativas que trilhamos pra trazer essa pauta – […]

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