DETRÀS DAS GRADES _ INTERVALO COMERCIAL & MENSAGEM DOS ANUNCIANTES

“Um personagem levantou-se e disse. Isto é uma história. E eu disse. Sim. É uma história. Por isso podem ficar tranquilos nos seus postos. A todos atribuirei os eventos previstos, sem que nada sobrevenha de definitivamente grave. Outro ainda disse. E falamos todos ao mesmo tempo. E eu disse. Seria bom para que ficasse bem claro o desentendimento. Mas será mais eloquente. Para os que crêem nas palavras. Que se entenda o que cada um diz. Entrem devagar. Enquanto um pensa, fala e se move, aguardem os outros a sua vez. O breve tempo de uma demonstração.”

Lídia Jorge, O Dia dos Prodígios. 1984

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Cenário: Escuridão completa. Homem de idade indefinida aponta uma lanterna para a própria face e fala com a câmera:

– Certo, vou ser rápido! Há pouco tempo. Tudo foi tomado. A grande grade envolvendo todo o globo está há poucos passos de ser ativada. Não existirão mais áreas inexploradas. Não haverá mais vida selvagem. Tudo estará sob controle. Tudo será encerrado nas grades da civilização. Todos os momentos estarão em uma grade de horários. Toda performance estará numa grade de programações. Tudo será espetáculo.

– De todas as espécies da terra só uma seria capaz de organizar levantes que sabotasse esses planos e detonasse pra valer com as intenções e os lucros dos civilizadores da grade. Bom, talvez alguns vírus também… Mas a humanidade não só foi cooptada, como em grande parte assina o projeto de autoria dessa sinistra empreitada. Malditos monstros. Mal dá pra chamá-los de humanos. Ou seria a humanidade um germe indistinguível dessa monstruosidade? Como estados diferentes de uma mesma vida em transformação. Quando nascem são simpáticos girininhos bagunçando o berço com fofurices e de repente lá está, obedecendo um patrão, consumindo exageradamente pra compensar o desequilíbrio nocivo que sua existência gera pra natureza. Esses dizem da Terra “ela aguenta…” como quem encoraja o décimo terceiro amigo numa fila pro estupro coletivo. A Terra aguenta. Todas as usinas nucleares fissuradas, todo desmatamento pra fazer pasto transgênico, todo deserto verde de eucaliptos, todo vazamento de lixo tóxico no mar… Toda fumaça, todo barulho, toda área destruída e encapada com asfalto e concreto. Cidades como jazigos monumentais. Toda a devastação industrial. Alguém já percebeu que não existe uma refinaria que produza algo benéfico, no sentido de saudável?

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– Enfim, eu disse que seria rápido. Tenho que ser. A civilização convence as pessoas a aceitarem esse projeto com CONFORTO. Essa é a moeda. O TERROR e o MEDO só as mantêm num nível de consciência propício para acatar sem resistência ordens básicas e imediatas, mas o conforto é o que tinge em cheio o imaginário, moldando a expectativa que as pessoas têm e nutrem da vida. É assim que elas aceitam o holocausto de sonhos cotidiano. Em troca de conforto. E é claro que dizer isso acaba sendo desconfortável. Imagino receber essas palavras deva ser desconfortável. A ideia em si gera desconforto. É o lance da verdade… O que a torna tão imprescindível para a arte quanto é irrelevante para o marketing. O caso é que há pouco tempo porque a grande grade tudo fagocita. A grande engolidora. O outro lado. Logo essas palavras também serão descobertas. Então pagará por elas, ao custo de alguma pouca publicidade, em troca de espaço para anúncios e propaganda vazando mercúrio no lençol freático da verdade dessas palavras. Infectando com refeições fáceis e táxis fáceis a distância de um clique, acenando os produtos que você costuma procurar. Toda sua existência será palco do grande mercado livre da grade. As melhores ofertas para sempre pairando na frente dos seus olhos. E quando você dormir, as melhores ofertas aparecerão em seus sonhos.

O velho fala:- Chora agora, Ri depois. Em dois takes a palavra de nosso garoto boy magia propaganda.

É isso. A grande grade. O mundo onde nada é público, tudo é particular. Tudo tem dono. Tudo tem preço. Nada tem valor. Tudo é privado e nunca há privacidade. Olhos digitais filmam tudo. Câmeras reversas vigiam permanentemente os autores abobalhados de todos os selfies do mundo. Registram a sintonia fina da expressão dos seus olhares. Conferindo o nível médio de satisfação. Batendo a meta do conforto. Aqueles planos seus, os mais ousados, já são sabidos e registrados antes mesmo que você tenha plena consciência deles. Mapeamento dos desejos. Telemetria das almas. Todas as ideias são saqueadas das mentes das pessoas antes que possam acessá-las devidamente. Porque gradear a extensão total do globo, gradear a vida selvagem, a mata exuberante, a fauna silvestre, não é o bastante. Há de se gradear a paisagem mental também. As ideias já não transitarão livres por aí, dialogando a vontade com cabeças pensantes como quem zanza por uma grande festa repleta de amigos… Não, elas serão também encerradas, concluídas, confinadas em zoophiepédias organizadas e então transformadas em produtos, em algo rentável, que possa ter materialidade ou não, mas que definitivamente tenha um preço.

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A câmera começa a se distanciar do narrador e as luzes do ambiente gradualmente começam a acender. Percebemos que ele está em um estúdio… vemos ao seu redor equipamento de filmagem, cabos de iluminação… a câmera começa a subir, como que pilotada por um drone, e o narrador, já não precisa apontar a lanterna para o próprio rosto, prossegue falando com a câmera em tom mais animado e festivo, gesticulando com os braços como se convidasse o expectador a juntar-se a ele, como se disse “Venha! Aproveite! É só esse final de semana! Promoção por tempo limitado!”… mas não é isso que ele diz:

– Então considere que essas palavras, esse texto, esse site, seus melhores feeds e filhos, suas melhores máquinas e amigos, irão se autoaniquilar com uma bomba letal de prostituição publicitária coorporativa em seis, cinco, quatro, três…

A luz aumenta a medida que ele conta, fazendo tudo perder gradativamente o foco, sendo engolfado por uma estouro branco que logo ocupa toda a tela.

Fim

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Então, o mesmo homem, agora aparece no interior do que parece ser um camarim. Ele tira uma peruca e remove a maquiagem com lenços umedecidos. Percebos que ele foi minuciosamente maquiado para que sua idade fosse indistinguível e sua aparência fosse neutra, em tons de marrom e caqui nas roupas e com os traços de seu rosto atenuados. Através do espelho a sua frente ele encontra a câmera com o olhar, e retoma sua fala, primeiro com ar surpreso, depois sussurrando como se contasse um segredo, e finalmente conversando amistosamente, como se batesse um papo com um velho conhecido:

– Ainda estamos aqui? Talvez ainda haja algum tempo então pra fazer nosso próprio merchan. Quem sabe se eu propagar minha própria propaganda antes dos anunciantes eu não faça como Lucky Luke sacando mais rápido que a própria sombra? Hein? He He

– Então espere pela próxima temporada de NMS O SHOW, uma programação de receitas que nem a Palmeirinha faz melhor. Se liga aí:

Entra voz em off, tão aveludada e redonda em sua sonorização, quanto soa abestalhada em sua alegria artificial de vendedor. Na tela, uma legenda resume as principais informações de cada atração:

* A verdade sobre as raízes do HIP-HOP, um estudo histórico sobre a representação das gangues na música, TV e cinema e mais um monte de coisa relacionada com cultura do gueto em GET DOWN N STAND UP – IMAGINÁRIO DAS RUAS.. pq nem tudo acaba em pizza amizade, podiscrer amizade.

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* Um garoto que prende a respiração por muito mais tempo que você fará coisas que até Atlas duvida em A Lenda do COLAPESCE

E ainda:

* A paisagem criativa de um dos maiores gênios vivos do cinema: Terry Gillian. Em PORQUE ZACK SNYDER É NADA MAIS QUE UM BOSTALHÃO

E tem mais!

Intervenzione Clazzica de Dezzxter ZZtockman joga mais mutagen nessa feijoada. To aqui dando meus pulos, mano. Ass: Prof. Règzzzz…

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* Atendendo a pedidos dos fãs apresentaremos dois bônus tracks para a quadrilogia neomitosófica baseada na diegese das tartarugas ninja, vai ter muito tiro, porrada e bomba nos especiais Best enemies forever: SLASH AND SPIKE N PUNK N ROCKETS e BEBOP AND ROCKSTEADY FLOW FOR DESTRUCTION N IN THE MOOD FOR KILL

Você vai ficar tão estarrecido que sua cerveja vai esquentar, tão pasmo que seu fumo vai apagar, tão embasbacado que seu café vai esfriar, você não vai acreditar em seus olhos, nem os vídeos de brigas de rua na Rússia são tão assombrosos, nem pornografia gore japonesa é tão espantoso quanto

* Toda a verdade sobre as mensagens escondidas nas produções dos estúdios GHIBLI em TOTORO CONSPIRACY

* ITS PROFECY TIME! Um estudo sobre o hiper-realismo conceitual nas referências proféticas de Hora da Aventura.

* As histórias, lendas e segredos sobre andarilhos, caroneiros e errantes. Criminosos fugitivos, trambiqueiros, as raízes da cultura circense, os shows de aberrações e todo o substrato nutritivo que alimenta os nômades, os desajustados e os marginais em IMAGINÁRIO VAGABUNDO

Você não pode perder!

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* Horror e Ficção estadunidense. Ecos comentados das obras fantasmáticas de Stephen King, William Burroughs e Ray Bradbury em IMAGINÁRIO GÓTICO AMERICANO

* A satânica sexta parte do estudo sobre a banda punk MISFITS: FAMOUS MONSTERS

* Um singela homenagem ao mestre das mil faces, uma BIOGRAFIA NECROMÂNTICA de LON CHANEY

* E como se não bastasse você ainda vai ter que dar uma espiada no novo reality show que é a febre da garotada: dois irmãos, dois cientistas, dois inventores, quatro artistas, oito ficcionautas, três dimensões rompendo a barreira da quarta, tudo isso somado, temperado com matemágika e muita confusão em PLÂNCTONS RADIOATIVOS SOUTÉ LABAREDAS PRIMORDIAIS NATEVÊ AMORAS ALIENIGENAS MODIFICADAS EM UNÍSSONO ULA-ULA FRENÉTICO ATORDOANTE NATIVIDADE DE IDEIAS LONGEVAS e SINTETIZADORES PROGRAMADOS PRA PRODUZIR! Igor, pull the switch and Zás! Trás! Pláuns! Plúns! Pffffffff

Tudo isso você confere ainda nessa existência terrestre por aqui mesmo, com o patrocínio de NOCILEVER (que defende a substituição dos animais de laboratório por bebês humanos clonados – ou sequestrados do terceiro mundo), CHEFRON (que investe no genocídio de culturas tradicionais indígenas apenas com o que há de melhor da tecnologia de ponta) e NITROSOFT (quatro décadas de luta pela legalização do trabalho escravo em território Chinês – e alguns outros da Micronésia, Índia, África e Latino-América).

Corte.

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A câmera se afasta um pouco mais, e agora tudo o que antes parecia um estúdio de cinema ou tevê, revela-se um cenário montado num palco de teatro. Podemos visualizar o ambiente do camarim dividido do primeiro ambiente cenografado como um estúdio por uma fina parede de tapume. Um voz em off ressoa. Essa menos descontraída, menos alegre e abobalhada, tenta reproduzir a entonação da retórica de credibilidade e seriedade jornalística empresarial, anunciando solenemente:

– Agora com a palavra, o CEO da NeoMythoSophics Enterprises Incorporation®

Detrás das cortinas dessa grande palco de teatro com cenário de um estúdio ao redor de um cenário em seu interior aparece um senhor de suéter e óculos de grau que vem caminhando em direção da câmera e falando com ela amigavelmente, tem uma das suas mãos no bolso da calça cáqui:

– Olá, sou Goetius Autobreu – ao que entra em cena uma criancinha de sexo feminino, provavelmente entre seis ou sete anos, segurando um sorvete de casquinha em suas mãos. O homem pausa um pouco sua fala, se abaixa, ajoelhando com apenas uma das suas pernas, como se fosse um cavaleiro medieval prestando reverência, e, na altura da garotinha, brinca um pouco com ela desarrumando seus cabelos e desferindo um carinhoso mini soquinho em seu queixinho. A menina, alegre, pacata e subserviente, oferece um pouco do sorvete. O homem aceita, ficando com a ponta do nariz suja depois de dar a sua lambida. Ambos riem um pouco. Bem artificialmente, mas com uma fotografia linda. Como numa propaganda de banco. Depois ele se levanta sacando um lenço de pano do bolso, limpando o nariz enquanto a garotinha sai de cena saltitando e retomando seu olhar e sua fala para a câmera, agora com uma réstia de sorriso humanizador pairando em sua face – vocês devem se lembrar de mim da série de artigos sobre vampirismo no mundo do trabalho chamado Monstros no Espelho, ou então de curtas intervenções poéticas ao ler quadrinhos em voz alta no ônibus, metrô e outras áreas públicas. Bem talvez não… é porque quase já não há áreas públicas (meu deus como estou velho).

– As transformações geradas pelo sistema político econômico vigente o tornam apto para o extremo do seu potencial destrutivo. Mendigos serão terceirizados. Vamos privatizar até a arte marginal. Haverá uma taxa sobre cantadas improvisadas, haverá multas para vomitar na rua, diabos, haverá um contador digital de flatulência implantado no ânus de cada cidadão para quantificar os custos de sua poluição atmosférica. Os carros, é claro, continuarão a ser comercializados de forma facilitada e progressivamente mais barata. Mesmo após a invenção do teletransporte de seres humanos, nós instalaremos nossas cápsulas teletransportadoras para encurtar a distância entre o escritório e a garagem do escritório, então dirigiremos sozinhos com nosso ar condicionado para casa, onde outra cápsula teletransportadora nos desintegrará na garagem de casa para nos reintegrar direto no quarto, de forma que não precisemos perder tempo com nossa família depois do expediente.

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– Enfim, estou aqui para dizer algumas palavras sobre o mercado editorial de quadrinhos. É sabido que a NMS™ dialoga com, estimula e promove abertamente o consumo de HQs de todo gênero, tipo, sorte ou estilo, desde os primórdios de sua fundação, em meados de 1876 em Massachussetts, OhioOregon Canadá USA, mas recentemente, nesses tempos de anti-crise global, quando o próprio presidente interino da República Federativa dos Golpes Brasileiros recomenda a população de seu país, em seu discurso de posse que – eu cito as suas palavras – “não pense” apenas “trabalhe”; observamos como tendência histórica e cultural uma adesão praticamente desesperada ao modo de vida capitalista em sua expressão mais servil, onde aspectos cada vez mais íntimos da vida são convertidos em modelos de negócio como a mordida de ouroboros, a metáfora mais manjada de todas, a esfera íntima sendo encontrada, engolida, fagocitada, devorada pela perspectiva privada.

– Bom, em um panorama como esse você pode achar que um empreendimento intelectual e científico como a NeoMythoSophicus United Coorporation© ou holístico e espiritual como A Igreja Plaunstecostal NeoMitoFílica da Adoração dos X-Mens do Passado Futuro dos Últimos Dias ou mesmo musical e artístico como A N&OMIT0ZÓFUZZ Entreteniment SupahParteeeey Exxxperience 2017 tenham algum tipo de vínculo com o mercado editorial de HQs no Brasil, que receba algum incentivo financeiro ou mesmo alguns exemplares como cortesia para apreciação e crítica ou mesmo que seu trabalho editorial seja por nós apreciado.

Nessa hora a câmera dá um zoom no narrador, que passa a ser enquadrado em plano americano que vai fechando lentamente ao longo das próximas falas até chegar num zoom extremo da sua face:

Venho por meio dessa mensagem anunciar que não. Salvo algumas exceções que serão citadas no final, em primeiro lugar, o grosso dos títulos de HQs publicadas no Brasil (pelo menos a maior parte em exposição nas bancas de jornal) é realização da Panini e sua contraparte Salvat, uma multinacional que produz a toque de caixa, imprimindo com mão de obra semiescrava chinesa e cujos funcionários no Brasil (explorados e sobrecarregados invariavelmente, quando não também semiescravizados pela moda da terceirização) mal conhecem o que estão produzindo. Uma supercompanhia multinacional marcada pelo amadorismo e tosquice em sua qualidade editorial. Os erros são tão extensos, crassos e vulgares que ao invés de citá-los brevemente aqui, apresentaremos cada um deles em uma série especial de reportagens sobre as maiores cagadas editoriais do mundo dos quadrinhos há muito vistas mas jamais comentadas, dissecando e ridicularizando a absurdice da incompetência e descaso editorial em nosso canal de youtube VÊ SE PUBLICA DIREITO ESSA PORRA, Ô CARALHO. Um oferecimento de um bando de canalhas preguiçosos mal pagos da Panini/Salvat Editorial.

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O close terminou bem fechado no rosto de nosso narrador, que conclui essas últimas palavras com uma expressão ligeiramente hostil no olhar. Corte. A câmera se reposiciona. Plano americano novamente. O homem está a frente do palco agora, caminhando pelo corredor entre os bancos da audiência vazia de uma grande teatro. Retomando seu tom amigável ele retoma seu discurso, agora com ares de quem vai se despedir.

– Aproveitamos então para elogiar os heróis da resistência do mercado editorial (genuinamente) brasileiro, todos os cartunistas que publicam de forma independente e em parceria Allan Sieber, Bruno Maron, Ricardo Coimbra, André Dahmer, Daniel Lafayette, Wagner Willian, Rafael Coutinho entre tantos mais; é claro uma reverência aos grandes mestres dinossauros (Laerte, Angeli, Adão, Marcatti) e sobretudo o sempre genial, primeiro e único, maestro editor de gibi faixa preta quarto Dan, Ota Assumpção. VIDA LONGA AO OTA!

Por fim, acenando para a câmera que se distancia mais e mais ele ainda brada mais uma vez, agora lá de baixo:

– Fique ligado! Continue vidrado! Até lá…

Câmeras movidas por drones são um barato, né? Agora ele é quase um pontinho lá embaixo, mas ainda é possível ouvir sua voz:

– Compre nossa linha de canecas e camisetas! Acesse nosso site…

Agora a câmera dá um fade out pra tela em branco. A logo marca NMS se materializa toda linda numa estética minimalista onde menos é mais e ao fundo ainda se pode escutar o narrador, agora bem baixinho, dizendo:

– Dabliudabliudabliupontoneomitosofiapontowordpresspontocom…

– Acesse e concorra a prêmios…

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